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"Decisão desnecessária e equivocada", diz Governo de Pernambuco sobre investigação no Complexo do Curado.


Administração afirma que problemas do sistema devem ser tratados "com mais responsabilidade e menos pirotecnia"

O Governo do Estado de Pernambuco criticou, em nota, a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) de instaurar procedimentos para investigar a situação do sistema penitenciário em quatro Estados - Amazonas, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rondônia. No Estado, o Complexo Prisional do Curado, no bairro do Sancho, Zona Oeste do Recife, será alvo da ação.

Na nota, o Governo disse "estranhar a iniciativa", que classificou como "uma decisão desnecessária e equivocada". A gestão ainda afirma que reconhece os problemas do sistema carcerário local e ressalta que vem tomando providências para corrigi-las. O texto termina dizendo que a questão deve ser tratada "com mais responsabilidade e menos pirotecnia"

Confira a nota na íntegra:

"O Governo de Pernambuco estranha a iniciativa do procurador-geral da República em exercício em instaurar procedimento administrativo para apurar a situação do sistema penitenciário de Pernambuco, visando “propositura de intervenção federal”. Trata-se de uma decisão desnecessária e equivocada.

O Governo do Estado reconhece o problema do sistema prisional pernambucano e vem tomando todas as providências para corrigir as deficiências existentes – inclusive com a participação do Ministério Público Federal. O Governo de Pernambuco não é omisso e nem falseia a realidade desafiadora. 

Foram criadas, 1.374 vagas nos últimos dois anos, com a previsão de mais 3.954 vagas até o final de 2018. Além disso, foram realizadas obras de recuperação e modernização de unidades prisionais já existentes, visando melhorar a condição dos reeducandos e também a segurança do sistema.

Os problemas do sistema prisional brasileiro são sérios e é preciso que sejam tratados com mais responsabilidade e menos pirotecnia.

Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Governo do Estado de Pernambuco"

Fonte: Folha PE

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