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Inglês Lewis Hamilton é o campeão mundial de F1 em 2017.


Lewis Hamilton é o campeão mundial de F1 em 2017. O tetracampeonato, carimbado neste domingo (29) no GP do México, foi alcançado com grandes problemas apesar a sequência de resultados positivos nas últimas semanas já havia transformado a conquista em uma formalidade. Caiu para último após se tocar com Sebastian Vettel e Max Verstappen, voltou para o nono lugar. Foi o suficiente.

O título veio com dosagem semelhante de facilidade e merecimento. Hamilton viveu aquela que pode ser considerada sua melhor temporada na F1: o britânico teve uma temporada praticamente livre de erros e, tão logo a Ferrari de Sebastian Vettel começou a desmoronar, deu para disparar na liderança.

A nova conquista serve para colocar Hamilton em um novo patamar na F1: tetra, o #44 divide com Alain Prost e Sebastian Vettel a condição de terceiro maior campeão da F1. Michael Schumacher, com sete, e Juan Manuel Fangio, com cinco, são os únicos que aparecem à frente. Pensando apenas na frieza dos números, Lewis passa a figurar em definitivo como um dos cinco maiores da história – apesar de que muitas vezes os números não contam a história completa. 

A questão é que, mesmo em outros quesitos, Hamilton aparece muito bem ranqueado. Em 2017 o britânico disparou como segundo maior vencedor de GPs – 62, atrás apenas de Michael Schumacher e seus inacreditáveis 91 triunfos. Lewis venceu 30% das provas disputadas, terceiro maior aproveitamento entre pilotos que disputaram temporadas completas na F1.

Mas o aspecto em que Hamilton realmente brilhou em 2017 foi pole-positions. Apesar da ameaça constante da Ferrari, o piloto da Mercedes conseguiu largar da posição de honra em 11 de 18 oportunidades até aqui.

Pouco a pouco, recordes foram quebrados na temporada: no Canadá, Hamilton empatou com Ayrton Senna na condição de segundo piloto com mais poles na F1, o que rendeu um momento emotivo após a classificação. Na prova seguinte, no Azerbaijão, veio a condição de piloto com mais poles em circuitos diferentes. Na Itália, a cereja do bolo: Lewis superava Michael Schumacher e virava o maior pole-man da categoria. Outro recorde viria em Austin – o britânico passou a ser o piloto com mais largadas na primeira fila.

Hamilton deixa o México podendo afirmar que é um dos maiores da F1, seja por métodos quantitativos ou qualitativos. Com a quarta taça, fica cada vez mais difícil duvidar ou negar o talento do britânicos.

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