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Historiador sãobentense,Wallison Almeida, analisa pré-candidatura de Marília Arraes

Por Wallisson Almeida
Especialista em História
São Bento do Una-PE 

Arraes vive, pulsa e reacende a esperança...
No dia 13 de agosto de 2005, por volta das 11h00, Pernambuco perdia uma de suas maiores figuras, faleceu, depois de muitos dias na UTI, o Senhor Miguel Arraes de Alencar ou simplesmente como figurou no imaginário de nosso povo “pai arraiá”.
Pernambuco ficava de luto, órfão de um político que, acima de tudo, lutou para dar ao pobre uma possibilidade de vida uma melhor, aquele que, segundo os seus eleitores, transformou muitos sonhos em realidade; o homem público que não se rendeu à ditadura militar do ano de 1964, que foi preso e exilado, mas que nunca perdeu o sonho de termos uma sociedade mais justa e igualitária; segundo Eduardo Campos, seu avô “pensou e realizou, quarenta ou cinquenta anos atrás, o que só muito tempo depois outros governos e outros estados ousaram fazer”, uma fala bastante racional, levando em consideração que foi Arraes, ainda em seu primeiro mandato de Governador do Estado, que buscou fazer o acordo do campo, edificou, em pouquíssimo tempo, mil casas populares, criou o LAFEPE (remédios a preços baixíssimos para população pernambucana), teve a preocupação com a questão ambiental, entre outras medidas que trataram de dar vez e voz ao povo Pernambucano.
Em seu enterro, devido a ser um homem público de um biografia exemplar, compareceram diversos políticos, porém o que mais chamou atenção foi a presença em massa da população, do Sertão ao Agreste, da Zona da Mata à Metropolitana do Estado, figuras simples, que, numa demonstração de amor e tristeza pela perda do seu líder, emocionaram a todos. Vários foram os depoimentos e, entre esses, um merece destaque, trata-se do proferido por Georgina Rodrigues, do FETAPE, que declarou: “Arraes não vai ser enterrado, ele vai ser plantado”.
Atualmente, passados quase 13 (treze) anos do falecimento de Arraes, eis que a frase dita por Georgina Rodrigues ganha um enorme sentido, principalmente político, pois, conforme ditou a música/jingle de outrora, “acende a luz do candeeiro, toca de novo a ciranda”, isto por conta de uma movimentação política iniciada por Marília Arraes, que ontem, 27 de janeiro de 2018, lançou sua pré-candidatura ao Governo do Estado. Pois é, a semente Arraes brota com força no Estado e, aos poucos, Marília vai ficando conhecida, vai ganhando força o seu nome, e a prova disto são as recentes pesquisas, como a divulgada pelo blog do Edmar Lyra, lançada na última semana, que aponta um crescimento constante e rápido de Marília, em todas os cantos do Estado.
E, ao que tudo indica, este movimento é forte e promete fazer com que tenhamos novamente as forças progressistas do Estado na vanguarda e lutando, voto a voto, com os oponentes.
É impossível não fazermos uma comparação, e dizermos, diante das circunstancias do nosso Estado e do nosso País, que é possível olhar nos olhos do povo e notar que um brilho novo está voltando.
Arraes vive através de seus ideais, que são carregados por muita gente, a exemplo sua neta; Arraes pulsa através da esperança do povo Pernambucano, que busca um futuro melhor ; e Arraes reacende a esperança de um Estado mais igualitário e melhor de se viver.
Pode ser apenas uma movimentação política, mas há de se dizer, é bonito de ver uma campanha que vem de baixo, que vem crescendo, que vem com o povo. Ontem Marília começou a dar os passos de um projeto, projeto este que não é de uma pessoa, e sim de um povo, o povo Pernambucano, esse batalhador, de bravos guerreiros e que nunca cansa de lutar e sonhar com o melhor.
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5 comentários:

  1. Respostas
    1. Vírgulas essas essências. Texto Incrível, escrito de forma espetacular, com muito conhecimento e coerência.
      O autor está de parabéns!

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  2. Tbm achei muitas virgulas. Mas por outro lade elas não estão colocadas de maneira errada e o texto tá muito bem escrito. Aqui em Sanharó o nome de Marília começa ganhar força.

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  3. Parabéns, Wallisson Almeida.
    Texto excelente! Muito bem escrito e coerente.
    És um Historiador sem igual.

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  4. Texto incrível, de muita relevância, sem erros de português, muito escrito.
    Estais de parabéns!

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