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Três mulheres contam como resgataram a vontade de transar com o parceiro

A rotina pode ser fatal para a vida sexual se o casal não tiver jogo de cintura e topar sair da zona de conforto. Existem formas de colocar fogo numa relação morna, com pouquíssimo sexo e estas três mulheres contam o que deu certo para elas.

Ménage virtual
"Com 8 anos de casados, o sexo havia esfriado. Ele propôs, então, que assistíssemos a filmes pornô juntos e praticássemos o que víamos. Foi quando comecei a pensar na possibilidade de um ménage. Pensamos, então, que poderia ser com pessoas conhecidas. Ele me disse que se sentia excitado por uma amiga minha que, posteriormente, me disse que já tinha feito ménage e tinha vontade de repetir. Mas eu ainda não tinha vontade de ir para a cama com uma mulher, por isso, propus que eles dois fizessem uma brincadeira entre eles – que começassem a se falar por mensagens, para se excitarem à distância. Eu não queria participar naquele momento. Eles começaram a se falar todos os dias por WhatsApp e um dia ele me enviou prints da conversa. Para a minha surpresa, eu comecei a me excitar. Foi quando minha amiga criou um grupo com nós três. Começamos a enviar fotos e áudios quentes. Num sábado à noite, resolvemos fazer uma videochamada com ela. Ela falava de lá o que eu deveria fazer com ele e nós também dávamos ordens para ela de cá. Começamos a transar com ela nos assistindo. Enquanto isso, ela, nua, se masturbava. Ele gozou intensamente – provavelmente imaginando nós duas. Eu também gozei. E com palavras e gestos, ao fim, fizemos ela gozar também."
Vânia, 38, empresária.

Terapia de casal
"Estamos juntos há 9 anos. Lá pelo quinto e sexto ano de relacionamento, o sexo se tornou mais raro. Se antes transávamos quatro vezes na semana, agora chegávamos a passar semanas sem sexo. Era uma mistura de rotina, com preguiça e falta de desejo. Então, eu pesquisei por alguma ajuda para nós e me deparei com a terapia de casal. No começo, nós ficamos muito calados e só respondíamos as perguntas diretas para cada um de nós. Com o tempo, porém, fomos nos soltando. A terapeuta fazia questionários, para que nos conhecêssemos melhor. Respondíamos qual era a comida favorita do parceiro, o programa preferido ou um filme que ele gostava. Parecia que não tinha muita importância aquilo, mas fomos nos tornando mais íntimos. Então, a conversa evoluiu para a cama. Falávamos sobre nossas fantasias e desejos. Também tivemos que abordar acontecimentos que nos incomodavam – como quando eu descobri uma traição virtual dele. Era meio difícil, mas necessário. Como lição de casa, tínhamos de nos elogiar mais, prestar mais atenção um no outro e fazer algo que o par gostasse. Após umas quatro semanas a cama voltou a esquentar. Passamos a falar abertamente sobre o que queríamos no sexo, o que nos dava prazer. Éramos muito fechados. Progredimos tanto que eu até comprei um vibrador e alguns óleos de massagem. O desejo, aos poucos, foi voltando."
Amanda, 26, assistente.

Maca peruana
"Estávamos juntos há pouco mais de um ano quando a minha falta de desejo passou a ficar insustentável. Eu tinha um sentimento de quase tristeza quando ele me procurava. Percebi minha libido diminuindo a partir da segunda cartela de anticoncepcional, eu ficava até mal-humorada de tocar no assunto. Mas ainda assim, conversávamos. Eu dizia para ele tudo o que sentia. A resposta dele era que isso não era saudável para alguém da minha idade. Na época, eu não queria tentar nenhum tratamento mais pesado – como os com testosterona. Mas vi uma reportagem sobre a maca peruana, um tubérculo que ajuda no aumento da libido e alguns chamam de viagra dos incas. Parecia um método mais seguro, por ser natural. Primeiro comprei a farinha de maca [vendida em casas de produtos naturais] e misturava duas colheres na vitamina da manhã. Mas era muito ruim. Então, passei a comprar em comprimido e a tomar duas vezes por dia. No final da primeira semana usando eu já senti o efeito. Minha libido voltou. Já faz nove meses que tomo as cápsulas. Antes transávamos uma vez por mês ou menos. Agora, toda semana -- só nos vemos aos fins de semana. Durante a semana rola sexting. E antes eu só me masturbava no período fértil, quando naturalmente minha libido aumentava. Agora é quase todo dia. Ele comprou uns brinquedos eróticos, que eu sempre tive muita vergonha de usar, e tem sido a diversão do momento."

Emanuelle, 23, estudante.

Fonte: UOL

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