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Brasileiros não abrem mão da Disney

Mesmo com a alta do dólar, o Brasil continua entre os três principais países emissores de turistas para a Disney. O potencial de mercado é tão grande que a Azul criou um voo direto Recife-Orlando

ORLANDO (EUA) – Nem mesmo a alta do dólar conseguiu arrefecer o sonho do brasileiro de conhecer a Disney. A promessa de vivenciar a experiência de encanto e magia continua a fazer com que famílias sonhem, planejem e poupem para se esbaldar nos parques do complexo do Walt Disney World. Aliás, o Brasil é um dos três principais países emissores de turistas para o local, junto com o Canadá e o Reino Unido. De acordo com dados oficiais, apenas no ano passado, Orlando, a cidade onde está situada a companhia, recebeu 72 milhões de visitantes de todos os países. O órgão de turismo Visit Orlando revela que houve um aumento de 5% em relação a 2016.

De olho nesse mercado, a Azul Linhas Aéreas iniciou a rota direta do Recife para Orlando, em uma média de 7 horas e 40 minutos de viagem. Utilizando o modelo Airbus A330, a capacidade total é de 266 assentos, sendo 247 na classe econômica e 19 na classe executiva. Atualmente, a companhia opera o destino com quatro frequências saindo da capital pernambucana nos dias de segunda, terça, quinta e sábado. E segundo a Azul, os voos estão decolando com ampla capacidade. Segundo o Visit Orlando, o Aeroporto Internacional de Orlando se tornou o mais movimentado do estado da Flórida, com 44,6 milhões de passageiros no ano passado, o que representou um crescimento de 6,4% em relação a 2016.

Mesmo na época em que o valor do dólar está alto, os pernambucanos e brasileiros continuam realizando viagens para a Disney como um investimento para o lazer e entretenimento. Para o especialista em câmbio e sócio da Boa Viagem Câmbio, José Maria de Almeida, apesar do dólar alto, o brasileiro não deixa de viajar. “Percebemos um movimento com prioridade no turismo, ao invés de compras. O que acontece é que o brasileiro viaja com a quantidade de dias menores devido aos custos, mas não deixa de viajar”, informou Almeida.

E a alta temporada das férias de julho influencia no crescimento das vendas da moeda estrangeira no mês de maio. “O pico para as vendas é em maio, quando os turistas compram o dólar para viajar em julho. Em maio, as vendas crescem cerca de 20%, comparado aos outros meses”, contou Almeida, acrescentando que a Boa Viagem Câmbio vai passar a operar a venda também por cartão de crédito como mais uma opção aos consumidores.

Na Disney, receber esses turistas é uma atividade do ano inteiro, sempre considerado como uma alta temporada. Nesse contexto, o Brasil está entre os três países emissores de visitantes internacionais. “Dependendo da temporada, o Brasil traz mais público comparado a toda América Latina. E sempre o Brasil está entre os três primeiros maiores visitantes, revezando com o Canadá e o Reino Unido”, contou a Gerente de Relações Públicas da Disney para o mercado brasileiro, Paula Menna Barreto Hall, complementando que são cerca de 90 mil profissionais que trabalham no complexo para receber o público.

Entre eles, está o chefe de cozinha brasileiro Marco Chaves. Depois de 22 anos trabalhando na empresa, ele assumiu a cozinha de um dos restaurantes mais disputados do complexo: o Be Our Guest. “Há três anos estou como chefe do restaurante em que a reserva precisa ser feita com seis meses de antecedência. É uma oportunidade de crescimento profissional e de trazer um pouco do Brasil para o exterior”, comentou Chaves, que é um dos profissionais que fazem parte de um complexo de bares e restaurantes instalados na área da companhia.

Fonte: Folha PE

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