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PT intensifica campanha Lula Livre

Presidente do PT, Glesi Hoffmann (PR) disse que o processo eleitoral está eivado de vícios e fraude

Com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), o PT decidiu intensificar, ainda este ano, uma campanha internacional pela liberação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, valendo-se de declarações do presidente eleito de que, por ele, o petista apodrecerá na cadeia. "Tememos inclusive pela vida do presidente. Precisamos deixar um alerta à sociedade. Lula tem direto a um julgamento justo. Não tem ninguém que possa definir o que fazer com ele, sem antes seu processo ser julgado de forma justa", disse a presidente nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PR).

Após reunião do comando partidário, ela informou que a intenção é criar uma rede de solidariedade internacional pela liberdade de Lula e pela integridade física do ex-presidente. "É isso que vamos fortalecer a partir de agora na nossa luta: Lula livre e um julgamento justo para Lula, com um pedido de proteção maior a sua vida e a sua integridade", disse Gleisi.

Chefe de gabinete de Gleisi, o ex-ministro Gilberto Carvalho afirma que, com o presidente, Bolsonaro pode piorar muito as condições carcerárias. "Não estou dizendo que ele vá fazer. Mas uma coisa é o comportamento formal [de Bolsonaro, como presidente]. Outra coisa é a energia que ele libera", disse Carvalho.

Processo eleitoral
Gleisi Hoffmann (PR), afirmou nesta terça-feira (30), que o processo que levou à eleição de Jair Bolsonaro (PSL) está "eivado de vícios e fraude". Gleisi citou como exemplos a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a proliferação de fake news contra Fernando Haddad via WhatsApp, custeada por caixa dois. "O resultado das urnas é fato. Agora o processo que levou a esse resultado é um processo que está eivado de vícios e fraudes, a começar pela prisão do Lula", disse ela.

Ao responder se o partido pretende questionar o resultado das eleições, Gleisi lembrou que o PT pediu que a Justiça investigue o disparo de mensagens em redes sociais financiado por empresas. "A gente espera que as autoridades judicias, que têm que se manifestar sobre isso, o façam de uma maneira mais rápida possível", disse Gleisi.

Fonte: Folha PE

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