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Suspeita de espancar filhos pede ajuda à polícia após sofrer tentativa de agressão

Denunciada pela avó paterna dos filhos, com idades entre oito meses e seis anos, a mãe foi à delegacia para prestar esclarecimentos

Após ser denunciada por agredir os quatro filhos, com idades entre oito meses e seis anos, e de o caso vir a público nessa quarta-feira (30), a mãe das crianças pediu ajuda à polícia nesta quinta-feira (31) após sofrer tentativa de agressão de populares na comunidade onde vive, no Pina, Zona Sul do Recife. 

A tentativa de agressão, segundo a mãe das crianças, teria ocorrido na manhã desta quinta. Inicialmente, ela procurou ajuda a sede do batalhão localizado no Pina e, à tarde, foi ao Departamento da Polícia da Criança e do Adolescente (DPCA), prestar esclarecimentos. A mulher tem 22 anos e seria usuária de drogas, e o pai das crianças, está preso no Complexo do Curado há cerca de três anos. 

“Diante de ameaça por populares, ela correu e entrou na sede do batalhão do Pina para se proteger. Entramos em contato com o Ministério Público e apresentamos a situação para ver que medida adotar e salvaguardar a segurança dela. Apesar de ter cometido um crime, ela também corre risco de vida”, explicou o delegado da DPCA, Ademir Oliveira.

O delegado também informou que a agressora pode responder por mais de um crime, uma vez que o vídeo apresentado na denúncia apresenta verbalizações que, segundo ele, podem ser ameaças. “Aquelas palavras podem ser ameaças e ela pode responder por isso, além de, claro, as lesões corporais. Em caso mais extremo, ela responderá também por tortura”.

O vídeo, gravado na casa da avó paterna, onde a mãe e as crianças estavam morando havia três semanas, mostra a mulher gritando, empurrando, puxando fortemente os cabelos e arrastando as crianças, além de chutá-las. 

Também presente à DPCA nesta tarde, a avó paterna das quatro crianças - que fez a denúncia ao Conselho Tutelar na última semana - contou que continua com um termo de responsabilidade para requerer a guarda das crianças para a Defensoria Pública. 

Ainda segundo a avó paterna, a avó materna - que também teria tido um caso com o pai das crianças - também entrou com um pedido de guarda, mesmo sabendo das constantes agressões praticadas pela filha. “Por que essa mulher não cuidou dessas crianças antes? Agora é que vem querer aparecer? Ela sabia de tudo e nunca fez nada”, desabafou.

Fonte: Folha PE

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