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Coronavírus: profissionais do sexo recorrem à web com queda na clientela por quarentena

Profissionais do sexo estão recorrendo à internet para "compensar" a queda no movimento durante a quarentena para conter o avanço do novo coronavírus. Shows ao vivo, vídeos ou pacotes de fotos eróticas ajudam a manter a renda e, claro, saciar a luxúria de um público isolado por medo da Covid-19.

Entre as que migraram do mercado do sexo real para o virtual está Beatriz, uma jovem de 20 anos que se diz "novata no ramo" e que viu uma oportunidade em um momento que muito setores estão fechando portas. "Com a crise do coronavírus, tive a certeza de que a pornografia digital iria aumentar muito", diz.

A acompanhante relata que com a nova atividade, precisa entre três a quatro vídeo-chamadas de 10 minutos cada para obter o mesmo valor que receberia em um programa de uma hora: cerca de R$ 150. "Isso fora o mercado de camgirls", conta.

Entre os serviços oferecidos na internet estão pacotes de fotos e vídeos, além das videochamadas. "Tem muitas garotas que fazem pacotes de vídeos ou fotos de sexo explícito, tem alguns de nudes, como o pessoal costuma chamar, além de muito fetichismo", explica.

"Quanto mais exótico for e se expor, mais retorno vai ter", afirma Beatriz.

Uma acompanhante de 33 anos, que anuncia seus serviços em um site de garotas de programa de luxo, conta que assim como Beatriz, vê potencial nos atendimentos virtuais. "Estou pesquisando sobre vender vídeos fora do Brasil", conta.

Há cinco anos no mercado do sexo, realidade que escolheu após ser demitida do antigo emprego, ela conta que não realizou nenhum atendimento presencial na primeira semana da quarentena, mas que alguns clientes já voltaram nesta semana.

Fonte: Wildes Brito

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