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Uso obrigatório de máscaras para trabalhadores do comércio começa a valer em Pernambuco

O decreto, assinado pelo governador Paulo Câmara no dia 23 de abril, também recomenda a utilização do equipamento para a população em geral

Seguindo um decreto estadual, a obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção para quem trabalha em estabelecimentos comerciais com funcionamento permitido começou a valer nesta segunda-feira (27). No seu primeiro dia em vigor, a determinação foi respeitada em muitas lojas ainda abertas no Recife, como supermercados, farmácias, padarias, mercearias e quitandas.

Nos bairros de São José e de Santo Antônio, na região central, os comerciantes utilizavam máscaras e ofereciam álcool em gel aos clientes em atendimento. O mesmo foi observado pela reportagem da Folha de Pernambuco nos bairros da Encruzilhada e de Casa Amarela, na Zona Norte.

A determinação registra que os equipamentos a serem utilizados podem ser industrializados ou artesanais. A máscara tradicional, feita de pano, era o modelo mais comum usado pelos trabalhadores dos estabelecimentos. Alguns funcionários também estavam equipados com luvas e toucas para os cabelos.

O decreto foi assinado pelo governador Paulo Câmara na última quinta-feira (23) e estabelece a utilização também para funcionários de repartições públicas. Mesmo havendo recomendação favorável, o uso do equipamento não é obrigatório para a população em geral. Por isso, era possível ver clientes sem máscaras dentro das lojas abertas.

Nas ruas da capital pernambucana, muitos ainda não adotaram o novo costume. Nas filas registradas em frente às agências da Caixa Econômica Federal, a recomendação do uso de máscaras também não foi seguido por todos os clientes, assim como a distância mínima de um metro entre uma pessoa e outra.

A procura pelas lojas de aviamento e tecidos, que reabriram as portas na sexta-feira (24), foi grande. O funcionamento foi liberado por meio de outro decreto, que prevê o fornecimento de insumos necessários para a fabricação das máscaras artesanais e outros Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários para o combate do novo coronavírus. Com o atendimento no interior do estabelecimento restrito a poucos, uma fila chegou a ser formada no lado de fora de uma das lojas mais tradicionais do desse segmento, no Centro do Recife.

Fonte: Folha PE

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