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Bolsonaro diz que isolamento social contra coronavírus foi "inútil"

O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar governadores e afirmou, na noite desta quinta-feira (30/4), que o isolamento social contra o coronavírus foi "inútil". 

"Eu já disse, 70% da população vai ser infectada (pelo novo coronavírus). Pelo que parece, todo empenho para achatar a curva (de crescimento dos casos) foi inútil. Qual a consequência colateral disso? Desemprego. O povo quer voltar a trabalhar”, apontou.

A fala foi dita durante a tradicional live, sem que fossem apresentadas provas. Tanto o Ministério da Saúde quanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) adotaram o isolamento social como medida para conter o crescimento dos casos pelo vírus. Caso não tivesse sido adotado, os números poderiam ser ainda piores. A medida também se mostrou eficaz comprovadamente na Itália e na França, que agora começam, aos poucos, um planejamento de afrouxamento.

Mais cedo, Bolsonaro também criticou governadores por conta das medidas de restrição e quarentena adotadas pelos mesmos e disse que os líderes estaduais não conseguiram diminuir a curva de transmissão do coronavírus.

"O Supremo decidiu que as medidas para evitar ou para fazer a curva ser achatada caberiam a governadores e prefeitos. Não achataram a curva. Governadores e prefeitos que tomaram medidas bastante rígidas não achataram a curva", apontou o presidente.

'Fiz um desabafo hoje de manhã', diz Bolsonaro sobre críticas a Moraes

O presidente Jair Bolsonaro se justificou, na noite desta quinta-feira (30/4), sobre as críticas feitas ao ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STF). De acordo com o presidente, o que ele fez foi um "desabafo". "Fiz um desabafo hoje de manhã. Não ofendi ninguém, nem nenhuma instituição. Tenho convicção disso. Apenas me coloquei no lugar do Ramagem", justificou.  Segundo Bolsonaro, a indicação de Alexandre Ramagem para a direção da Policia Federal se baseia no extenso curriculo do delegado. O presidente destacou que ele teve atuações em Roraima e na Lava-Jato, por exemplo. "O crime dele, o errado, foi participar da minha segurança", ironizou, lembrando que Ramagem foi chefe da segurança dele. "Ali nasceu uma amizade. Assim como você tem com a pessoa que trabalha na sua casa, na sua empresa. Ele tomava café comigo. Acho que ele foi num casamento de um filho meu."  O presidente disse que o pedido dele para que o STF reveja a decisão contra Ramagem não é por ele. "Não é por mim, é pela vida pregressa desse homem. Não teve a chance de ter seu sonho realizado", disse.   

Fonte: Msn.com

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