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Brasil atinge marca de 400 mil mortes pela Covid-19

O Brasil atingiu nesta quinta-feira (29) a marca de 400,021 óbitos registrados desde o início da pandemia, de acordo com o dados do consórcio de veículos de imprensa. Com isso, também surge outro indicador, o de uma em cada cinco mortes notificadas no país (21,7%) desde março do ano passado ser de Covid-19.

A primeira morte provocada pela pandemia, segundo registros oficiais, ocorreu em 17 de março de 2020, mês em que o Brasil contabilizou 1.843.281 óbitos.


O Brasil é o segundo país com o maior número de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam cerca de 575 mil óbitos. Atualmente, o ranking é liderado pela Índia, que dobrou sua taxa de mortalidade para 4,4%.


Com 212 milhões de habitantes, o número de mortes no Brasil aumentou exponencialmente desde o início do ano: em cinco meses passou de 100.000 para 200.000 mortes (em 7 de janeiro) e levou apenas 77 dias para chegar a 300.000 (em 24 de março) e 37 dias para chegar a 400.000. 


“Tivemos um impacto significativo das novas variantes” do vírus, como a P1, explicou à AFP a epidemiologista Ethel Maciel, da Universidade do Espírito Santo (UFES). 


Mais contagiosa e sob suspeita de ser mais grave, essa variante surgiu na Amazônia, se espalhou e levou vários países a fecharem suas fronteiras com o Brasil. 


A segunda semana de abril foi a mais devastadora, com mais de 4.000 mortes em 24 horas durante dois dias. 


Uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) foi instalada na semana passada no Senado para investigar a gestão do governo Jair Bolsonaro na crise sanitária que, segundo especialistas, tem sido caótica e ineficiente. 


A investigação se concentrará principalmente na crise em Manaus, capital do estado do Amazonas, onde a falta de oxigênio levou à morte dezenas de pacientes em janeiro. 


A CPI vai interrogar dois ex-ministros da Saúde, Henrique Mandetta e Nelsol Teich, que deixaram o governo por discordar de Bolsonaro sobre medidas de distanciamento social para prevenir a propagação do vírus. 


Posteriormente, será ouvido o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga.


Fonte: Diário de Pernambuco

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